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As
origens da Rede Sinodal de Educação estão
vinculadas às dificuldades por que passaram as Comunidades
Evangélico-Luteranas durante a 2ª Guerra Mundial,
especialmente com a "nacionalização",
a política adotada pelo Governo Vargas proibindo
que estrangeiros exercessem determinadas atividades - inclusive
o magistério - e proibindo o uso da língua
alemã. Como na maioria destas escolas, na época
lecionavam professores não habilitados ou que somente
falavam o alemão, o Sínodo Rio-grandense,
através de um Departamento de Ensino, auxiliou as
comunidades no processo de regularização de
escolas e professores.
A participação
na Rede Sinodal de Educação ocorre com a expressão
do desejo de participação pela escola e sua
entidade mantenedora. A origem comunitária das escolas
é a primeira condição. O vinculo histórico
identificado com os evangélico-luteranos, é
base cristã que pauta a sua atuação.
A Rede Sinodal de Educação
compõe-se atualmente de 60 instituições,
em 6 estados brasileiros, com principal concentração
no Sul. São 42 instituições no Rio
Grande do Sul, 10 em Santa Catarina, 5 no Paraná
e uma em cada um dos estados: São Paulo, Rio de Janeiro
e Mato Grosso. No País são 36.000 alunos.
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