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Colégio Teutônia recebe mais de 300 educadores para formação continuada da Rede Sinodal

clique aqui para visualizar       Inserido no Projeto de Formação Continuada para Professores, o Colégio Teutônia e outras 10 escolas da Região Centro da Rede Sinodal de Educação, está participando de encontros com a especialista em Neurociência, Elvira Souza Lima. A programação terá cinco encontros em diferentes escolas da Rede, o terceiro e mais recente deles no sábado, dia 10 de abril, no Colégio Teutônia, que contou com a participação de mais 300 educadores.
       Entre os objetivos clique aqui para visualizarda formação continuada está possibilitar uma maior compreensão sobre a neurociência e sua contribuição para a educação. “Quando o professor se percebe como um indivíduo em contínua aprendizagem, ele muda a relação que tem com o saber. Mas não é só isso: ele precisa voltar a ser aluno para aprender a ensinar por outra perspectiva. Em nossos cursos de formação continuada damos ênfase ao resgate das relações estéticas das diversas formas de linguagem, que são um dos sistemas expressivos da emoção humana. Quando o professor tem a experiência de se inter-relacionar com as diversas formas de linguagem, ele muda seu jeito de ensinar. Isso serve para qualquer disciplina e em qualquer lugar, mas é ainda mais importante para o alfabetizador”, destacou a pesquisadora no encontro em Teutônia.
       Elvira Souza Lima é pesquisadora em desenvolvimento humano, com formação em Neurociências, Psicologia, Antropologia e Música. Trabalha com pesquisa aplicada às áreas de educação, mídia e cultura. Tem várias publicações, entre elas "A criança pequena e suas linguagens", "Quando a criança não aprende a ler e a escrever", "Práticas culturais e aprendizagem", "Brincar para quê?" e "Conhecendo o adolescente".
       “Em Nova York, leciono História da Escrita. Levo os alunos ao Museu Metropolitan para que percebam a escrita como um produto cultural. Ela está aí há cerca de 5500 anos - antes disso, usavam-se desenhos. A Arqueologia nos mostra que o desenvolvimento não está ligado apenas à sobrevivência, mas é produto também da preocupação do homem em comunicar o belo. Vendo os primeiros instrumentos feitos de ossos, com desenhos e decorações que não tinham uso prático, os professores descobrem a função psicológica da imaginação para a humanidade. Ela é fundamental na aprendizagem, faz parte do aprender e da construção do conhecimento científico e estético, da vida cotidiana. Por isso, tem de ser explorada na educação”, concluiu.
       A avaliação do encontro por parte dos professores da Rede Sinodal participantes do encontro foi muito positiva, os quais destacaram que a explanação da cientista trouxe valiosos subsídios para a prática docente. Nesse sentido, o Colégio Teutônia está na sua busca constante por aprimoramento, no intuito de qualificar cada vez mais seu fazer pedagógico.


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