De 24 a 28 de setembro o
Centro de Eletricidade do Colégio Teutônia
esteve representado no Curso Avançado de Iluminação
Pública, promovido pela Eletrobrás, PROCEL,
PUC/RS, LABELO e Centro de Excelência em Iluminação
Pública (CEIP).
O público-alvo
foram funcionários de prefeituras, encarregados
de conduzir e participar nas atividades de projeto, de
fiscalização e de manutenção
das redes de iluminação pública.
O Centro de Eletricidade do Colégio Teutônia
esteve representado pelo seu coordenador técnico,
engenheiro Marcos Vizzotto, que também está
trabalhando no projeto de padronização da
Fecoergs, e pelo engenheiro Rainer Büneker, que também
representou a Prefeitura de Westfália.
O curso teve por objetivo
discutir profundamente questões referentes ao projeto,
às normas de iluminação pública,
enfocando também o projeto de iluminação
pública e os aspectos ligados à iluminância,
luminância e superfície das vias. Foram abordadas
as questões relativas aos projetos de eficiência
(RELUZ), bem como a sua vinculação com a
certificação dos produtos.
Durante o curso foram promovidas
trocas de idéias sobre as principais questões
enfrentadas pelos municípios no setor de iluminação
e, ao final das atividades, foi apresentado trabalho de
conclusão contendo plano preliminar de eficiência
da iluminação pública.
Segundo Büneker, as
maiores dificuldades encontradas pelas prefeituras referem-se
à falta de mão-de-obra capacitada para instalação
e manutenção, desconhecimento das normas
técnicas ligadas à iluminação
pública, utilização de material de
baixa qualidade e inadequado para o uso em iluminação
pública, dificuldades na especificação
técnica do material a ser comprado, além
da falta de fiscalização do material comprado
e daquele que é substituído.
“Entre as boas notícias
está o fato de que a Eletrobrás possui verbas
para financiar taxas diferenciadas para tornar eficientes
os sistemas de iluminação pública.
Nisso insere-se a troca de luminárias, lâmpadas,
reatores e relés de baixa eficiência por
equipamentos que consomem menos energia”, conclui
Büneker.