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Colégio Teutônia recebe visita de senador para atrair investimentos
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     O senador Paulo Paim visitou, no dia 27 de abril, o Colégio Teutônia. Professores, estudantes, empresários e lideranças municipais prestigiaram a vinda do senador, em cerimônia realizada no auditório da escola. A visita teve como objetivo evidenciar o potencial da Instituição, principalmente em relação aos cursos profissionalizantes, e estimular a captação de recursos oriundos do Ministério da Educação e Cultura (MEC).
     O diretor Jorge Trentini explanou sobre as principais atividades desenvolvidas e destacou o forte vínculo do educandário com a comunidade. A escola oferece Educação Infantil, ensinos Fundamental e Médio, além dos cursos técnicos profissionalizantes. “Já formamos aproximadamente 1,2 mil técnicos, que atuam em várias regiões do Estado e até do país. Atualmente, contamos com 230 estudantes oriundos de 26 municípios, 20 dos quais do Vale do Taquari. Como o agronegócio representa 80% da economia regional, o Colégio Teutônia tem uma forte inserção comunitária”, frisou Trentini.
     O presidente do Centro Regional de Formação de Agricultores (Certa), Airton Prediger, ressaltou a relevância dos cursos oferecidos pela entidade, sediada no colégio. “São oferecidos cursos de Gado Leiteiro, Gerenciamento da Propriedade e Ervas Medicinais. A visão empreendedora das entidades parceiras dão sustentabilidade ao Certa, que é um dos responsáveis pelo profissionalismo do segmento rural na região”, enfatizou
    Conforme o presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, o colégio é um pilar essencial para a qualificação do agronegócio. “Temos no Colégio Teutônia uma motivação para continuarmos investindo no setor. Precisamos de profissionais especializados para agregar valor ao nosso produto e transformar a matéria-prima em alimentos de qualidade, principalmente agora, com a nossa indústria de laticínios”, afirmou.
    O colégio é pioneiro ao instituir o primeiro curso de Técnico em Laticínios no Sul do Brasil. Em âmbito nacional, apenas duas escolas técnicas de Minas Gerais e Goiás ofereciam estes cursos. “O Colégio Teutônia teve a sensibilidade de também implantá-lo para atender à representativa demanda da região”, sintetizou o gerente da Indústria de Laticínios da Languiru, Francisco Abrahão.
     Para o presidente da Certel e Fecoergs, Egon Édio Hoerlle, ex-professor e ex-diretor do colégio, a Instituição de ensino contribui substancialmente para o desenvolvimento regional. Com esta visão, a Certel oferece bolsas de estudo para filhos de associados que desejarem estudar no Colégio Teutônia. Hoerlle também ressaltou a importante contribuição do colégio ao implantar, em parceria com a Certel, o Centro de Eletricidade. “Já qualificamos mais de 600 profissionais das 15 cooperativas de eletrificação filiadas à Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Estado (Fecoergs), principalmente em relação às exigências da nova Norma Regulamentadora Nº 10 do Ministério do Trabalho”, afirmou.
     Segundo o diretor executivo da Rede Sinodal de Educação, Sílvio Jung, o Colégio Teutônia serve de exemplo para as escolas da rede, pois possui um dos melhores índices de aprovação. “A promoção de cursos em diversas áreas, preparando a comunidade para conviver com o meio ambiente, é um diferencial que coloca o colégio no topo do ranking educacional”, resumiu Jung.    

“Via escola técnica, o céu é o limite”
    Num diálogo com o público, o senador Paulo Paim afirmou ser um apaixonado pelo ensino técnico. “Saio daqui empolgado com o trabalho do Colégio Teutônia. Sou um incentivador de qualquer tipo de educação, mas olho com muito carinho para o ensino técnico, pois esta foi a base da minha formação. Como técnico, conquistei o respeito no mercado de trabalho. Quem sabe, muitos desses alunos não serão os dirigentes de amanhã, pois via escola técnica, o céu é o limite”, ressaltou.
    Paim disse que marcará uma audiência junto ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), em Brasília, para que os investimentos do Fundo Profissionalizante tenham como destino também o Colégio Teutônia. “Assim será possível ampliar o número de cursos, principalmente em prol do agronegócio”, complementou o senador.

 
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